A primeira enterrada em um torneio olímpico feminino de basquete da história não vai invocar a memória de Julius Erving ou Dominique Wilkins, mas não foi nada mal. Para relembrar, Erving pode ser considerado o inventor da enterrada como a conhecemos e o segundo competia com Michael Jordan na plástica da jogada. No meio do terceiro quarto da vitória da Austrália sobre a Rússia (70 a 66), na tarde desta sexta-feira, a pivô Elizabeth Cambage, de 2,03m, recebeu passe da linha do lance livre e se viu sem marcação. A jogadora de 20 anos saltou para cesta e, sem esforço, cravou uma enterrada com uma mão só. Ela já estava treinando a jogada no aquecimento antes da partida. "É muito bom finalmente conseguir fazer a enterrada e tirar todo mundo do meu pé por causa disso!", disse Cambage. "Eu estava livre, senti que poderia fazer e fiz. Foi algo instintivo, eu não pensei na hora". Enquanto os fãs americanos de basquete estão acostumados com enterradas de jogadoras como Brittney Griner, Candace Parker e Lisa Leslie, a jogada de Cambage deixou os torcedores em Londres perplexos. A multidão gritou e celebrou, as companheiras da australiana pularam do banco em êxtase e os comentaristas de TV da rede BBC reagiram como se ela tivesse feito um mortal. Reações exageradas à parte, não há dúvida de que a enterrada de Cambage é muito bom para o basquete feminino porque vai fazer as pessoas falarem sobre o esporte, tanto nos Estados Unidos quanto fora. A Federação Internacional de Basquete (FIBA) não pôde confirmar se Cambage é a única jogadora a ter enterrado em Jogos Olímpicos, mas ex-atletas e treinadores disseram que foi a primeira vez que viram a jogada acontecer. "Ter alguém enterrando em Olimpíadas e fazer com que o jogo de basquete feminino fique nas manchetes é fantástico", disse Carrie Graf, técnica da Austrália, aos repórteres em Londres. "É uma das muitas coisas que farão com que o basquete feminino continue a se firmar no mapa como um jogo global."
Bruna Perez nº07
domingo, 5 de agosto de 2012
Cuba ganha seus 2 primeiros ouros em Londres
Londres, 3 ago - Cuba, uma das tradicionais grandes potências esportivas da América Latina, conseguiu nesta sexta-feira seus dois primeiros ouros quase seguidos nos Jogos Olímpicos de Londres.
O primeiro a subir ao lugar mais alto do pódio foi Leuris Pupo, campeão da prova de tiro de pistola velocidade 25 metros com recorde do mundo incluído.
O segundo ouro foi para a judoca Idalys Ortiz, que venceu por decisão dos árbitros a japonesa Mika Sugimoto, após empatar em pontos.
Com estes dois títulos, Cuba já soma cinco medalhas em Londres. As outras são duas pratas no judô com Asley González e Yanet Bermony, e um bronze em levantamento de peso com Ivan Cambar. EFE
Camila Marques nº12
Coréia do Sul é ouro e prata no tiro esportivo
Os atletas sul-coreanos dominaram a prova da pistola 50m no tiro esportivo dos Jogos Olímpicos de Londres. Neste domingo, o atual campeão olímpico Jongoh Jin repetiu o ouro ao somar 662 pontos, esse foi o segundo ouro dele nas Olimpíada de Londres -
há uma semana, ele venceu na pistola de ar de 10 metros, prova em que também conquistou a prata em 2008. A supremacia do sul-coreano, entretanto, ocorre mesmo na pistola 50m: foi segundo em 2004 e ganhou em Pequim.
Com a medalha de prata ficou o seu compatriota Young Rae Choi fez 661,5. O chinês Zhiwei Wang completou o pódio, com 658,6 pontos.
A vitória do Sul-coreano Jongoh Jin , entretanto, veio com bastante dificuldade. Young Rae Choi foi melhor na fase de classificação e avançou com 569 pontos, sete na frente de Jongoh Jin, que precisou realizar uma prova perfeita na final - somou cem pontos - para ficar com o ouro por apenas 0,5 de vantagem.
Thais Battaglioli - nº 42
Esporte na Coréia do Norte
A primeira aparição da Coreia do Norte nos Jogos Olímpicos de Verão ocorreu nos Jogos Olímpicos de Verão de 1972, realizado na cidade alemã de Munique, na Alemanha Ociental, conquistando cinco medalhas, entre elas, uma de ouro. Quatro anos depois, em Montreal,o país conseguiu uma medalha de ouro e uma de prata no boxe, e obteve cinco medalhas no boxe, luta livre, e no levantamento de peso em Moscou. Em 1984, o país integrou o bloco do leste nos Jogos de Los Angeles, e quatro anos depois, também boiocotou os de 1988 em Seul, devido à indisponibilidade da Coreia do Sul em ser sede do evento junto com a Coreia do Norte. Apesar de que a maioria dos países socialistas tenham boicotado os Jogos em 1984, apenas Cuba se solidarizou no boiocote de 1988.A Coreia do Norte retornou aos Jogos em 1992, em Barcelona, conquistando inéditas nove medalhas, sendo quatro delas de ouro.
Nos Jogos de Sydney em 2000 e Atenas em 2004, a Coreia do Norte e a Coreia do Sul marcharam juntas pela primeira vez nas cerimônias de abertura e de encerramento sob a Bandeira de Unificação Coreana. Isso aconteceu nestas duas edições, mas não em Pequim 2008, pois as tensões políticas se deterioraram novamente, e ambas competiram separadamente. A Coreia do Norte conquistou medalhas em todos os Jogos Olímpicos que disputou.
Por conta da ditadura que está no poder norte-coreano desde meados do século passado, é muito difícil obter informações concretas sobre o esporte no país, como os times campeões nacionais ou os campeonatos. As poucas notícias que saem de lá são suficientes apenas para montar um quadro incompleto e extra-oficial sobre o futebol norte-coreano
A Bandeira de Unificação Coreana, com a
qual as delegações da Coreia do Norte e do Sul
marcharam unidas pela primeira vez na cerimônia
de abertura dos Jogos Olímpicos de 2000, em Sydney.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Coreia_do_Norte#Esportes Alberto Nucci Nº 02
Romena bate favorita Maroney e é ouro no salto sobre mesa
Atual campeã mundial, a norte-americana Mc Kayla Maroney não confirmou o favoritismo e foi superada pela romena Sandra Raluca Izbasa na final do salto sobre mesa, neste domingo. Com segunda nota ruim - a menor entre todas as tentativas das sete atletas na disputa por medalha -, Maroney chegou aos 15,083 pontos, marca insuficiente para bater os 15,191 da regular Izbasa, única a conquistar duas notas acima de quinze - 15,383 e 15,000.
Este é o segundo ouro olímpico de Izbasa. Curiosamente, a romena foi campeã em outra categoria, o solo, nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008. Nesta edição, a ginasta já havia sido medalha de bronze junto à equipe romena.
A terceira colocação ficou com a russa Maria Pasek, dona de 15,050. Foi a segunda medalha da ginasta em Londres-2012, segunda colocada na disputa por equipes com o seu país.
Raul Rodrigues Francisco de Oliveira Ignacio número: 37
Espérance Sportive De Tunis
O Espérance Sportive de Túnis é de longe o clube mais vitorioso da Tunísia. Nos últimos dez anos, ele conquistou nada menos que oito títulos de liga e quatro copas nacionais.
Fundado oficialmente no dia 15 de janeiro de 1919, o Espérance se tornou um símbolo de orgulho nacional por ter sido o primeiro clube inteiramente independente da tutela colonial francesa. Isso só foi possível graças ao jovem Mohamed Zouaoui, que durante quase um ano lutou para conseguir as autorizações necessárias à sua criação.
Naquela época, as leis proibiam a fundação de times tunisianos, a não ser que estes fossem presididos por franceses. Determinado a ver o sonho se tornar realidade, Zouaoui se dobrou às exigências e nomeou Louis Montassier como o primeiro mandatário do Espérance. O nome de batismo foi inspirado no café em que Zouaoui se reunia com os amigos que o ajudaram na aventura, entre eles Hédi Kallel, que redigiu os estatutos do clube.
Após jogar de verde e branco durante o primeiro ano de existência, o Espérance adotou, em 1920, o famoso uniforme nas cores vermelha e amarela, ou, como ficaria conhecido, "sangue e ouro".
Em 1936, o Espérance chegou à primeira divisão do Campeonato Tunisiano, de onde nunca mais saiu. O time conquistou a Copa da Tunísia pela primeira vez em 1939 e, apenas dois anos depois, faturou o título inédito da liga. Foi preciso esperar até 1989, porém, para que a equipe "sangue e ouro" viesse a ganhar as duas competições na mesma temporada.
A década de 1990 veio para consagrar o clube, que faturou todas as competições africanas. Em 1994, ele venceu a Liga dos Campeões da África no seu antigo formato, batendo na final o Zamalek, do Egito, por 3 a 1 na soma dos placares. No ano seguinte, foi a vez da Supercopa Africana, após um triunfo por 3 a 0 sobre o Motema Pembe, da República Democrática do Congo. Em 1998, a equipe ergueu a taça da antiga Recopa Africana.
Desde 1999, o Espérance de Túnis vem consolidando o seu nome no futebol africano, tendo chegado seis vezes às semifinais da Liga dos Campeões no seu novo formato, desempenho que demonstra a solidez do clube e a qualidade de uma equipe à altura dos adversários mais poderosos do continente.
O Espérance vive uma era de supremacia no âmbito nacional desde a virada do século. Entre 2001 e 2010, foi oito vezes campeão do campeonato nacional, três da Copa da Tunísia e uma da Supercopa Tunisiana. Este ano, o clube conquistou o tri consecutivo do Campeonato Tunisiano e voltou a erguer a Copa da Tunísia, sob o comando do carismático Nabil Maaloul, que dirige o time desde o final de 2010.
No cenário africano, a equipe de Túnis voltou ao topo em novembro de 2011 depois de 17 anos ao conquistar o título da Liga dos Campeões diante do Wydad de Casablanca. Os tunisianos venceram em casa a segunda partida da decisão por 1 a 0, resultado que, somado ao empate em 0 a 0 no primeiro jogo, em Casablanca, deu à equipe não apenas a cobiçada taça continental, mas também uma vaga na Copa do Mundo de Clubes da FIFA Japão 2011.
Situado em Túnis, o Estádio Olímpico El Menzah é a casa do Espérance. Ele foi construído em 1967 e dispõe de uma capacidade de 45 mil espectadores. O clube compartilha o estádio com outros times da capital, entre eles o Club Africain.
Priscila Ribeiro de Andrade nº36
Esporte típico de inverno no Canadá
Hóquei no gelo
O esporte nacional mais importante é o hóquei no gelo. São mais de 450.000 jovens canadenses participando de ligas organizadas de hóquei. Mas também joga-se hóquei nas ruas, lagos e rinques de patinação. Alguns dos mais conhecidos jogadores de hóquei do mundo são canadenses e, por isso, o sonho dos jovens do país é entrar para a LNH, a Liga Nacional de Hóquei, composta por quinze times dos Estados Unidos e oito canadenses, das cidades de Calgary, Edmonton, Montreal, Otawa, Québec, Toronto, Winnipeg e Vancouver. O time de Vancouver, por exemplo, é o Canucks. Passando pela cidade, você pode procurar saber a programação dos jogos no BC Place para assistir a uma partida do time. Vale a pena!
Bruna Santos 09
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